RITO DE ABERTURA
DIOCESE DE OLINDA E RECIFE - VI.II.MMXXV
2. Os ministros usam vestes brancas. O Bispo usa o pluvial, que será retirado depois da procissão.
3. Quando o Bispo e os ministros chegam aos lugares que lhes foram preparados, pode-se cantar o Hino do Jubileu ou outro hino apropriado.
Pres.:O Deus da esperança, que, no Verbo feito carne, nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
4. O Bispo convida a bendizer e a louvar a Deus:
5. Tal transformação, perpassa pela missão evangelizadora da juventude na internet, e em Minecraft, que não se caracteriza apenas como estratégia moderna, mas como uma resposta ao chamado do Cristo de “ir e fazer discípulos de todas as nações” (Mt 28,19). Missão que adquire novas formas e desafios, exigindo criatividade, autenticidade e coragem para testemunhar a fé. É dentro do universo cibernético que a juventude assume a missão de ser “antena de esperança”, como nos convida o Papa Francisco. Assim como os primeiros apóstolos cruzaram mares e desertos para anunciar a Boa Nova, hoje todo menino e menina, moça e rapaz, pode atravessar as fronteiras virtuais, nas ondas da Internet, levando a mensagem do Evangelho a todas as partes do mundo.
20. Conclamamos todas as Igrejas particulares ao redor do mundo a viverem esta graça jubilar em comunhão com a Igreja Universal. O prelado de cada circunscrição deverá designar uma única igreja jubilar em sua diocese, isto é, aquele templo onde os fiéis poderão e deverão promover peregrinações. A Porta Santa nas Igrejas diocesanas deverão ser abertas até o dia 22 de fevereiro de 2025, Festa da Cátedra de São Pedro, em sinal de unidade e comunhão à Sé Apostólica.
30. Alegremo-nos na esperança, celebremos na fé e caminhemos na caridade! Que Maria, Mãe da Esperança, e todos os santos de Deus nos acompanhem nesta peregrinação jubilar, guiando-nos com ternura até o abraço misericordioso do Pai. “Deixemo-nos, desde já, atrair pela esperança, consentindo-lhe que, por nosso intermédio, se torne contagiosa para quantos a desejam. Possa a nossa vida dizer-lhes: 'Confia no Senhor! Sê forte e corajoso, e confia no Senhor' (Sl 27,14). Que a força da esperança encha o nosso presente, aguardando com confiança o regresso do Senhor Jesus Cristo, a Quem é devido o louvor e a glória agora e nos séculos futuros.”
9. Ao final da leitura, o Bispo coloca incenso no turíbulo e o diácono inicia a procissão com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, caminhemos em nome de Cristo: caminho que conduz ao Pai, verdade que nos liberta, vida que venceu a morte.
10. Começa então a peregrinação até a igreja jubilar onde é celebrada a Missa. À frente vai o turiferário com o turíbulo, juntamente com a cruz ornamentada e os ministros com velas ou tochas acesas ao lado da cruz; depois, o diácono com o Evangeliário, o Bispo e, atrás dele, os sacerdotes, os outros ministros e os fiéis com, se for o caso, tochas ou lâmpadas acesas. Durante a peregrinação, o coro e o povo cantam a ladainha dos Santos ou hinos apropriados ou alguns salmos (cf. Apêndice, p. 50-60) com as seguintes antífonas ou outras escolhidas convenientemente:
11. Após todos chegarem e se acomodarem, o bispo, de mitra, aproxima-se da Porta Santa, e, de mãos unidas, diz:
12. Então o bispo recebe o báculo, bate três vezes na Porta Santa, depõe o báculo e a abre. Em seguida recebe o báculo e, prostrando-se de joelhos, reza em silêncio por alguns instantes.
13. Em frente a porta aberta, o Bispo toma a cruz que foi levada em procissão (com a ajuda, se necessário, de alguns ministros), ergue-a e, de frente para o povo, convida-o a venerá-la com a seguinte aclamação ou outra semelhante:
14. Em seguida, o Bispo devolve a cruz e, com os ministros, dirige-se à pia batismal, onde preside o rito da memória do Batismo, enquanto os fiéis tomam os seus lugares na assembleia, de frente para a pia. O Bispo convida à oração com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda vida, abençoai ✠ esta água que vamos usar confiantes para implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a proteção da vossa graça contra toda doença e cilada do inimigo. Concedei, Senhor, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre as águas vivas para a nossa salvação, a fim de que nos aproximemos de vós com o coração puro e sejamos livres de todos os perigos da alma e do corpo. Por Cristo, nosso Senhor.
16. O Bispo asperge a si mesmo, aos concelebrantes, aos ministros e ao povo, percorrendo a nave da catedral precedido pelo Evangelário e pela cruz. Enquanto isso, executam-se as seguintes antífonas ou outro hino apropriado:
17. O Bispo, com os ministros, dirige-se para o presbitério, onde depõe o pluvial e veste a casula. O diácono, tendo chegado ao altar, coloca aí o Evangelário. A cruz é colocada junto do altar, em um lugar bem visível, onde permanecerá durante todo o Ano Jubilar para veneração do povo de Deus. Note-se que a cruz da capela-mor é única. O Bispo beija o altar, incensa-o juntamente com a cruz e se dirige à cátedra. Esses momentos podem ser acompanhados, depois do hino ou das antífonas executadas durante a aspersão, por uma antífona do Tempo Litúrgico ou por um hino apropriado ou por instrumentos musicais.
18. Depois, canta-se o Glória. A celebração continua como de costume, utilizando o formulário da Missa pelo Ano Santo, ou se for em um Domingo ou Solenidade a do dia.
PRIMEIRA LEITURA
Irmãos, vós não vos aproximastes de uma realidade palpável: “fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade, som da trombeta e voz poderosa”, que os ouvintes suplicaram não continuasse. Eles ficaram tão espantados com esse espetáculo, que Moisés disse: “Estou apavorado e com medo”.Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; da assembleia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o Juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; de Jesus, mediador da nova aliança, e da aspersão do sangue mais eloquente que o de Abel.
Recordamos, ó Senhor, vossa bondade em meio ao vosso templo.
— Grande é o Senhor e muito digno de louvores na cidade onde ele mora; seu Monte santo, esta colina encantadora, é a alegria do universo.
— Monte Sião, no extremo norte situado, és a mansão do grande Rei! Deus revelou-se em suas fortes cidadelas um refúgio poderoso.
— Como ouvimos dos antigos, contemplamos: Deus habita esta cidade, a cidade do Senhor onipotente, que ele a guarde eternamente!
— Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade em meio ao vosso templo; com vosso nome vai também vosso louvor aos confins de toda a terra.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!” Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação.
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação.
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:
Pai santo, aceitai as oferendas que vos apresentamos na comemoração dos santos mártires e a nós, vossos servos e servas, concedei a graça de permanecer firmes na confissão do vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
