LIVRETO CELEBRATIVO / ABERTURA DO ANO SANTO


LIVRETO LITÚRGICO
RITO DE ABERTURA
DA PORTA SANTA E DO JUBILEU

DIOCESE DE OLINDA E RECIFE - VI.II.MMXXV


1. No dia escolhido, à hora marcada, os fiéis se reúnem em uma igreja próxima ou em outro local apropriado. Fora da igreja jubilar para onde se dirigirá. Se a concentração for planejada para depois do pôr do sol, podem-se usar tochas ou lâmpadas acesas.  

2. Os ministros usam vestes brancas. O Bispo usa o pluvial, que será retirado depois da procissão.  

3. Quando o Bispo e os ministros chegam aos lugares que lhes foram preparados, pode-se cantar o Hino do Jubileu ou outro hino apropriado.

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

Depois saúda o povo reunido:
Pres.:O Deus da esperança,   que, no Verbo feito carne, nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo,  esteja convosco.

4. O Bispo convida a bendizer e a louvar a Deus:
Pres.: A nossa alma espera o Senhor: Ele é o nosso amparo e proteção.
℟.: Bendito seja o Senhor, nossa esperança.

Pres.: Nele se alegra o nosso coração; em seu nome santo pomos a nossa confiança.
℟.: Bendito seja o Senhor, nossa esperança.

Pres.: Venha sobre nós a vossa bondade, porque em vós esperamos, Senhor.
℟.: Bendito seja o Senhor, nossa esperança.

5. Em seguida o Bispo dirige-se ao povo com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, o Mistério da Encarnação de nosso Salvador Jesus Cristo, conservado na comunhão de amor da Sagrada Família de Nazaré, é para nós fonte de profunda alegria e de firme esperança. Em comunhão com a Igreja universal, ao celebrarmos o amor do Pai manifesto na carne do Verbo feito homem e no sinal da cruz, âncora da salvação, abrimos solenemente o Ano Jubilar para a nossa Igreja de... Este rito é para nós o prelúdio de uma rica experiência de graça e de misericórdia, sempre prontos a responder a todos que nos perguntam sobre a esperança que há em nós, especialmente neste tempo de guerra e turbulência. Que Cristo, nossa paz e nossa esperança, seja nosso companheiro de viagem neste ano de graça e de consolação. O Espírito Santo, que hoje, em nós e conosco, inicia esta obra, a complete até o dia de Cristo Jesus.

6. No final da exortação e após um instante de silêncio, o Bispo pronuncia a seguinte oração:
Pres.: Ó Pai, esperança que não decepciona, princípio e fim de todas as coisas, abençoai o início da nossa peregrinação atrás da cruz gloriosa do vosso Filho neste tempo de graça; curai as feridas dos corações dilacerados, soltai as correntes que nos mantêm escravos do pecado e prisioneiros do ódio e concedei ao vosso povo a alegria do Espírito, para que caminhe com renovada esperança em direção à meta desejada, Cristo, vosso Filho e nosso Senhor. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
℟.: Amém.

EVANGELHO

7. Segue-se a proclamação do Evangelho pelo diácono:

Jo 14,1-7

Tende fé em Deus e tende fé também em mim; eu sou o caminho, a verdade e a vida.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: "Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós, e quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. E para onde eu vou, vós conheceis o caminho". Tomé disse a Jesus: "Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?" Jesus respondeu: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes".
Palavra da Salvação.

8. Depois da proclamação do Evangelho, faz-se um breve silêncio. Em seguida, um leitor recita alguns parágrafos da Bula de Proclamação do Jubileu Ordinário, escolhidos dentre os seguintes:

Da Bula de Proclamação do Jubileu Ordinário
Spes Gaudentes (1; 2; 5; 20; 30)

1. “Spe gaudentes - Alegrem-se na esperança” (Rm 12,12), diz o apóstolo Paulo aos cristãos de Roma e a vós também, juventude de Minecraft, chamada a inserir-se dentro da dinâmica e alegria de toda a Igreja, que se prepara para celebrar o Jubileu de 2025. Vivemos tempos de grandes desafios, incertezas e rápidas mudanças, mas também de imensas oportunidades para testemunhar a alegria da fé e a esperança que não decepciona (Rm 5,5). Neste espírito, a Igreja se prepara para viver o Santo Jubileu, um tempo especial de graça, reconciliação e renovação espiritual, que terá como tema: Peregrinos da Esperança, estimulando-nos a redescobrir a força transformadora da esperança cristã e, em particular, a força da juventude que é chamada a ser protagonista nesta jornada, a ser o sol ou a tempestade do futuro.

2. O Jubileu, celebrado a cada vinte e cinco anos, é um momento marcante de comunhão eclesial e uma oportunidade para fortalecer os laços entre Deus e seu povo. Mas o Jubileu de 2025 tem um caráter especial, pois ocorre em uma era profundamente moldada pela conectividade digital e pela presença predominante da tecnologia na vida humana. Contexto, onde a  juventude, como força vibrante e criativa da Igreja, é desafiada a assumir seu papel como peregrinos da esperança também na Internet e nas redes sociais, tornando-se semeadora da mensagem do Evangelho em todos os recantos do mundo digital, inclusive aqui em Minecraft, universo de cubos, densamente frequentado por jovens de todas as raças, povos e línguas.

5. Tal transformação, perpassa pela missão evangelizadora da juventude na internet, e em Minecraft, que não se caracteriza apenas como estratégia moderna, mas como uma resposta ao chamado do Cristo de “ir e fazer discípulos de todas as nações” (Mt 28,19). Missão que adquire novas formas e desafios, exigindo criatividade, autenticidade e coragem para testemunhar a fé.  É dentro do universo cibernético que a juventude assume a missão de ser “antena de esperança”, como nos convida o Papa Francisco. Assim como os primeiros apóstolos cruzaram mares e desertos para anunciar a Boa Nova, hoje todo menino e menina, moça e rapaz, pode atravessar as fronteiras virtuais, nas ondas da Internet, levando a mensagem do Evangelho a todas as partes do mundo.

20. Conclamamos todas as Igrejas particulares ao redor do mundo a viverem esta graça jubilar em comunhão com a Igreja Universal. O prelado de cada circunscrição deverá designar uma única igreja jubilar em sua diocese, isto é, aquele templo onde os fiéis poderão e deverão promover peregrinações. A Porta Santa nas Igrejas diocesanas deverão ser abertas até o dia 22 de fevereiro de 2025, Festa da Cátedra de São Pedro, em sinal de unidade e comunhão à Sé Apostólica.

30.
 Alegremo-nos na esperança, celebremos na fé e caminhemos na caridade! Que Maria, Mãe da Esperança, e todos os santos de Deus nos acompanhem nesta peregrinação jubilar, guiando-nos com ternura até o abraço misericordioso do Pai. “Deixemo-nos, desde já, atrair pela esperança, consentindo-lhe que, por nosso intermédio, se torne contagiosa para quantos a desejam. Possa a nossa vida dizer-lhes: 'Confia no Senhor! Sê forte e corajoso, e confia no Senhor' (Sl 27,14). Que a força da esperança encha o nosso presente, aguardando com confiança o regresso do Senhor Jesus Cristo, a Quem é devido o louvor e a glória agora e nos séculos futuros.”

9. Ao final da leitura, o Bispo coloca incenso no turíbulo e o diácono inicia a procissão com estas palavras:
Pres.: 
Irmãos e irmãs, caminhemos em nome de Cristo: caminho que conduz ao Pai, verdade que nos liberta, vida que venceu a morte.

10. Começa então a peregrinação até a igreja jubilar onde é celebrada a Missa. À frente vai o turiferário com o turíbulo, juntamente com a cruz ornamentada e os ministros com velas ou tochas acesas ao lado da cruz; depois, o diácono com o Evangeliário, o Bispo e, atrás dele, os sacerdotes, os outros ministros e os fiéis com, se for o caso, tochas ou lâmpadas acesas. Durante a peregrinação, o coro e o povo cantam a ladainha dos Santos ou hinos apropriados ou alguns salmos (cf. Apêndice, p. 50-60) com as seguintes antífonas ou outras escolhidas convenientemente:

Antífona (Cf. Hb 13,8.20)
Jesus Cristo é o mesmo, ontem e hoje e por toda a eternidade. A Ele seja dada a glória pelos séculos dos séculos.

    ABERTURA DA PORTA SANTA E EXALTAÇÃO A SANTA CRUZ

11. Após todos chegarem e se acomodarem, o bispo, de mitra, aproxima-se da Porta Santa, e, de mãos unidas, diz:

Pres.: Esta é a porta do Senhor.
℟.: Por esta porta entram os justos.

Pres.: Abra-me as portas da Justiça.
℟.: Entrarei para agradecer ao Senhor.

12. Então o bispo recebe o báculo, bate três vezes na Porta Santa, depõe o báculo e a abre. Em seguida recebe o báculo e, prostrando-se de joelhos, reza em silêncio por alguns instantes.

Depois, levanta-se e conclui
:

Pres.: Por Vossa grande misericórdia entrarei na Vossa casa, Senhor. Abri-me as portas da Justiça.
℟.: Prostrar-me-ei em direção ao Vosso templo santo. 

13. Em frente a porta aberta, o Bispo toma a cruz que foi levada em procissão (com a ajuda, se necessário, de alguns ministros), ergue-a e, de frente para o povo, convida-o a venerá-la com a seguinte aclamação ou outra semelhante:
Pres.: Salve, cruz de Cristo, única esperança.
℟.: Vós sois a nossa esperança, não seremos confundidos eternamente.

14. 
Em seguida, o Bispo devolve a cruz e, com os ministros, dirige-se à pia batismal, onde preside o rito da memória do Batismo, enquanto os fiéis tomam os seus lugares na assembleia, de frente para a pia. O Bispo convida à oração com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Meus irmãos e minhas irmãs, invoquemos o Senhor nosso Deus, para que abençoe esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando o nosso Batismo. Que ele se digne ajudar-nos, para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.

15. Todos rezam durante alguns instantes em silêncio. Depois o Bispo, de mãos unidas, continua:
Pres.: Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda vida, abençoai ✠ esta água que vamos usar confiantes para implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a proteção da vossa graça contra toda doença e cilada do inimigo. Concedei, Senhor, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre as águas vivas para a nossa salvação, a fim de que nos aproximemos de vós com o coração puro e sejamos livres de todos os perigos da alma e do corpo. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
℟.: Amém.

16. O Bispo asperge a si mesmo, aos concelebrantes, aos ministros e ao povo, percorrendo a nave da catedral precedido pelo Evangelário e pela cruz. Enquanto isso, executam-se as seguintes antífonas ou outro hino apropriado:

Antífona (Cf. Ez 36, 25-26)
Derramarei sobre vós uma água pura. Eu vos purificarei de todas as impurezas. Eu vos darei um coração novo, diz o Senhor.

17. 
O Bispo, com os ministros, dirige-se para o presbitério, onde depõe o pluvial e veste a casula. O diácono, tendo chegado ao altar, coloca aí o Evangelário. A cruz é colocada junto do altar, em um lugar bem visível, onde permanecerá durante todo o Ano Jubilar para veneração do povo de Deus. Note-se que a cruz da capela-mor é única. O Bispo beija o altar, incensa-o juntamente com a cruz e se dirige à cátedra. Esses momentos podem ser acompanhados, depois do hino ou das antífonas executadas durante a aspersão, por uma antífona do Tempo Litúrgico ou por um hino apropriado ou por instrumentos musicais.

18. Depois, canta-se o Glória. A celebração continua como de costume, utilizando o formulário da Missa pelo Ano Santo, ou se for em um Domingo ou Solenidade a do dia.

GLÓRIA

COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Ó Deus, força de todos os santos, que, pelo martírio da cruz, chamastes à verdadeira vida São Paulo Miki e seus companheiros, concedei-nos, por sua intercessão, perseverar até a morte firmes na fé que professamos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

LEITURAS PARA A LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

LEITOR: Leitura da Carta aos Hebreus

Irmãos, vós não vos aproximastes de uma realidade palpável: “fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade, som da trombeta e voz poderosa”, que os ouvintes suplicaram não continuasse. Eles ficaram tão espantados com esse espetáculo, que Moisés disse: “Estou apavorado e com medo”.Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; da assembleia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o Juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; de Jesus, mediador da nova aliança, e da aspersão do sangue mais eloquente que o de Abel.

LEITOR: Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL

Recordamos, ó Senhor, vossa bondade em meio ao vosso templo.


— Grande é o Senhor e muito digno de louvores na cidade onde ele mora; seu Monte santo, esta colina encantadora, é a alegria do universo. 

— Monte Sião, no extremo norte situado, és a mansão do grande Rei! Deus revelou-se em suas fortes cidadelas um refúgio poderoso. 

— Como ouvimos dos antigos, contemplamos: Deus habita esta cidade, a cidade do Senhor onipotente, que ele a guarde eternamente! 

— Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade em meio ao vosso templo; com vosso nome vai também vosso louvor aos confins de toda a terra. 


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue-se o Aleluia ou outro canto (no tempo quaresmal).

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
     
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: Naquele tempo, Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.

Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!” Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.


Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℟.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

ORAÇÃO UNIVERSAL

Pres.:  O Senhor da vida e da história dá à humanidade peregrina no tempo a ajuda do Espírito, para que possa descobrir os caminhos do bem, proclamando que “Jesus Cristo é o Senhor”. Invoquemos o Pai do Céu com firme esperança, dizendo:
R. SENHOR, FAZEI-NOS PEREGRINOS NA ESPERANÇA.

1- Pela Santa Igreja, para que, conduzida pelo Espírito Santo, seja sinal de esperança e comunhão para todos os povos, guiando-os com fidelidade no caminho da fé e da caridade, roguemos ao Senhor. REZEMOS AO SENHOR...
  • 2- Pelos governantes e líderes das nações, para que promovam a justiça, a paz e o bem comum, sendo instrumentos da esperança e da dignidade para os mais necessitados, roguemos ao Senhor. REZEMOS AO SENHOR...
  • 3- Por todos os peregrinos deste Ano Santo, para que, movidos pela graça de Deus, renovem sua fé e encontrem no caminho da conversão e da reconciliação a verdadeira alegria do Evangelho, roguemos ao Senhor. REZEMOS AO SENHOR...
  • 4- Por nosso Bispo Diocesano, Dom Daniel, para que o Senhor o fortaleça em sua missão de pastor, concedendo-lhe sabedoria, coragem e santidade, e para que seja sempre um sinal vivo da esperança cristã para todo o povo desta Diocese, roguemos ao Senhor. REZEMOS AO SENHOR...

  • Pres.: Ouvi, ó Pai, a nossa oração: fazei que todo homem vos conheça como único Deus verdadeiro, e aquele que enviastes, Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina, pelos séculos dos séculos.
    R. Amém.

    OFERTÓRIO

    O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
    Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
    Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
    Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação.

    O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
    ℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

    Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
    Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
    Coloca o cálice sobre o corporal.
    Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação.

    Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
    Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

    E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

    Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

    Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

    Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
    Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
    O povo se levanta e responde:
    ℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

    Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:
    Pai santo, aceitai as oferendas que vos apresentamos na comemoração dos santos mártires e a nós, vossos servos e servas, concedei a graça de permanecer firmes na confissão do vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor.
    ℟.: Amém.

    PREFÁCIO
    Cristo, única esperança

    Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
    Pres.: O Senhor esteja convosco.
    ℟.: Ele está no meio de nós.
    Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
    Pres.: Corações ao alto.
    ℟.: O nosso coração está em Deus.
    O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
    Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
    ℟.: É nosso dever e nossa salvação.

    O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
    Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Neste tempo de graça, reunis os vossos filhos numa só família, para que, iluminados pela Palavra da vida, celebrem com alegria o mistério do vosso Filho morto e ressuscitado. Ele, salvação sempre invocada e sempre esperada, chama todos à sua mesa, cura as feridas da alma e do corpo e dá a alegria aos tristes. Por todos estes sinais da vossa benevolência, possamos renascer com fé viva e firme esperança. Fazei de nós uma oblação de amor aos irmãos na esperança da vinda de Cristo salvador. Por isso, com os Anjos e todos os Santos, proclamamos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

    Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
    ℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

    ORAÇÃO EUCARISTICA V

    O sacerdote, de braços abertos, diz:
    Pres.: Ó Pai, vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele,
    Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
    mandai vosso Espírito Santo,
    une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
    a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo + e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Mandai vosso Espírito Santo!

    O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
    Pres.: Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus Apóstolos,
    toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
    Jesus tomou o pão em suas mãos,
    eleva os olhos
    olhou para o céu e vos deu graças, partiu o pão e o entregou a seus discípulos.
    Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

    Então prossegue:
    Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
    toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
    tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
    Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

    Em seguida, diz:
    Pres.: Tudo isto é mistério da fé!
    A assembleia aclama:
    ℟.: Toda vez que comemos deste Pão, toda vez que bebemos deste Vinho, recordamos a paixão de Jesus Cristo e ficamos esperando sua vinda.

    O sacerdote, de braços abertos, diz:
    Pres.: Recordando, ó Pai, neste momento, a paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão, nós queremos a vós oferecer este Pão que alimenta e que dá vida, este Vinho que nos salva e dá coragem.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

    O sacerdote, de braços abertos, continua:
    Pres.: E quando recebermos Pão e Vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um só povo em seu amor.
    A assembleia aclama:
    ℟.: O Espírito nos una num só corpo!

    1C: Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Caminhamos na estrada de Jesus!

    2C: Dai ao vosso servo, o Papa CLEMENTE, ser bem firme na fé, na caridade, e a DOM DANIEL, que é Bispo desta Igreja, muita luz para guiar o vosso Povo.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

    3C: Esperamos entrar na vida eterna com Maria, Mãe de Deus e da Igreja, os Apóstolos, e todos os que na vida souberam amar Cristo e seus irmãos.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Esperamos entrar na vida eterna!

    4C: Abri as portas da misericórdia aos que chamastes para a outra vida; acolhei-os junto a vós, bem felizes, no reino que para todos preparastes.
    A assembleia aclama:
    ℟.: A todos dai a luz que não se apaga!

    O sacerdote, de braços abertos, continua:
    Pres.: E a todos nós, aqui reunidos, que somos povo santo e pecador, dai-nos a graça de participar do vosso reino que também é nosso.

    Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
    Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Amém.

    Segue o rito da comunhão.

    RITO DE COMUNHÃO

    Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

    Pres.: Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou:

    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
    ℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

    O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
    Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
    O sacerdote une as mãos.
    O povo conclui a oração, aclamando:

    ℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

    O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
    Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
    O sacerdote une as mãos e conclui:
    Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
    O povo responde:
    ℟.: Amém.

    O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
    Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
    O povo responde:
    ℟.: O amor de Cristo nos uniu.

    Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
    ℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
    E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

    Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
    Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

    Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
    ℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
    Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
    Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
    Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

    Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
    Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
    Ou:
    Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

    O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
    Pres.: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.

    Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
    E acrescenta, com o povo, uma só vez:
    ℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

    ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

    Pres.: Oremos.
    E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
    Ó Deus, manifestastes de modo admirável o mistério da cruz em vossos mártires, concedei-nos benigno que, fortalecidos por este sacrifício, permaneçamos fielmente unidos a Cristo e trabalhemos na Igreja para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.
    Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:
    ℟.: Amém.

    BENÇÃO FINAL

    Pres.: Deus vos abençoe e vos guarde.
    ℟.: Amém.
    Pres.: Ele vos mostre a sua face e se compadeça de vós.
    ℟.: Amém.
    Pres.: Volva para vós o seu olhar e vos dê a sua paz.
    ℟.: Amém.
    E abençoa todo o povo, acrescentando:
    Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai, Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
    ℟.: Amém.

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